No final do dia, o que resta é o amor - Por Mahayla Haddad
Crédito: Divulgação
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No final do dia, o que resta é o amor. No final do dia, o ônibus atrasado não vai contar, a chuva que te molhou também não. O almoço mal almoçado, o trânsito de horas no centro da cidade, a fila do banco e a discussão na reunião do trabalho. Isso tudo, se você chegar em casa e sentir o amor que te espera, não vai fazer grande diferença.

Chegar em casa e ter alguém esperando, lá mesmo ou esperando a tua mensagem dizendo: “cheguei, como foi o teu dia? “ é relaxante, é fazer com que por um momento, todos os empecilhos e os obstáculos do dia-a-dia se dissipem um pouco em nossa mente.

É se sentir cuidado depois de toda a brutalidade com que a vida nos trata, é se sentir especial em meio ao cotidiano que nos coloca todos como iguais, é ser pensado mesmo em meio a pouco tempo que temos para isso. Comer a comida quentinha de alguém que fez com amor, colocar a roupa limpa que alguém lavou com amor, assistir ao filme com alguém ou ao filme que alguém indicou com amor. Você esquece tudo o que foi durante o dia: estudante, coordenador, motorista, vendedor e passa a ser amado.

Não tem melhor fonte de energia para o dia seguinte do que ser amado e se sentir amado ao colocar a cabeça no travesseiro depois de mais um dia em que temos pouco tempo para o amor.

 

Mahayla HaddadPor Mahayla Ozorio Haddad tem 21 anos, é jornalista pela Universidade Católica Portuguesa de Lisboa e hoje pós-graduanda em Narrativas Audiovisuais e Novas Mídias pela UNIBRASIL. Mahayla com 16 anos lançou seu primeiro livro “Um Intercâmbio sem Medo – Vivendo uma experiência única”. Mahayla foi com a mãe para Portugal, terminou lá o ensino médio e ingressou na universidade, voltando a morar sozinha num país diferente. Dessa experiência resultou seu segundo livro: “Assinado”.

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