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Rio de Janeiro, RJ 23/10/2020 –

Mesmo com temperaturas mais altas, aqueles que possuem rinite alérgica não devem se descuidar. Diener Frozi, médico alergista e fundador do projeto Viva Sem Alergia, explica o porquê

Naturalmente, doenças relacionadas ao sistema respiratório têm alta no inverno. O motivo, além das baixas temperaturas, pode ser atribuído à umidade do ar. Segundo recomendações da OMS, Organização Mundial da Saúde, para uma respiração saudável o ambiente ideal tem umidade em torno 50% – ainda assim, a realidade está longe disso.

Nesse sentido, uma enfermidade tem destaque: trata-se da rinite. Com sintomas principais que podem ser confundidos com uma gripe comum, a rinite se manifesta com crises de espirros, coriza, coceira no nariz e olhos e entupimento nasal.

Ainda assim, muitas dúvidas acometem os portadores: será que a rinite melhora nas estações mais quentes? Para Diener Frozi, médico alergista e fundador do projeto Viva Sem Alergia, a resposta é “não”.

“Muitos acham que a chegada dos meses mais quentes pode resultar em crises de rinite arrefecidas, mas nem sempre a realidade é essa, uma vez que existem vários fatores que influenciam esses eventos”, aponta o médico.

Conhecendo sobre a rinite

A primavera terá início logo mais. O aumento do pólen no ar, por exemplo, pode ser um gatilho para aqueles que são acometidos pela rinite alérgica. Mas não para por aí: abaixo, Diener lista os principais causadores da rinite alérgica durante as estações quentes:

Ventilador e ar-condicionado

“Por mais que a temperatura esteja quente, ninguém quer passar calor, não é?”, indaga Doutor Frozi. É muito comum a presença de ventiladores, assim como a exposição a baixas temperaturas vindas do ar-condicionado.

“Quando esses aparelhos não possuem a limpeza correta, acabam espalhando pó pelo ambiente. Além disso, o ar-condicionado tem um mecanismo que resseca o ar, o que agrava alguns casos de rinite”, ressalta.

Mudança de temperatura 

Ainda considerando o item acima, o choque térmico acontece com mais frequência. “Imagine, saímos de ambientes resfriados e vamos para a rua. A temperatura oscila muito e isso pode, sim, desencadear algum tipo de crise. É preciso ter cuidado e, dentro do possível, evitar que isso aconteça”, aconselha.

Viagens

Ir para ambientes que estão fechados há muito tempo, como casas de campo ou praia, são acontecimentos comuns nas férias de verão – e não demora para que a rinite alérgica se manifeste.

“Nesses casos, recomendamos que seja feita uma boa limpeza, a fim de retirar todos os resíduos de pó de móveis, ambiente e roupas de cama”, finaliza.

Tratamento diferenciado 

Com missão de oferecer tratamento, controle e prevenção de alergias e doenças imunológicas a pacientes de todo o Rio de Janeiro, usando como base inicial a Baixada Fluminense, na Região Metropolitana do Rio de Janeiro, o projeto Viva Sem Alergia oferece consultas e exames gratuitos – ou com preço mínimo.

Com consultórios de alergia em Campo Grande, o projeto Viva Sem Alergia também presta atendimento nas unidades de Duque de Caxias, São Gonçalo e Avenida Rio Branco, no centro do Rio de Janeiro.

O projeto tem ainda uma parceria que conta com equipe médica dedicada em conjunto com a Cruz Vermelha de São Gonçalo: tudo isso para garantir e democratizar o acesso a tratamentos de forma humanitária e eficaz. Mais informações: https://www.vivasemalergia.com.br/

Website: https://www.vivasemalergia.com.br/

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