EXPRESSO LIVRE

Numa e Tigresa lançam a primeira música e clipe em parceria

Em plena pandemia, duas artistas curitibanas uniram seus talentos para dar vida a canção “Impulso” – lançada em todas as plataformas de streaming. Sob a direção de Numa que, além de DJ, é produtora musical, as duas cantoras construíram juntas um plano de lançamento através de reuniões virtuais semanais que deram forma ao projeto. Apenas dois encontros presenciais aconteceram, para ensaio e gravação das cenas do clipe que está disponível no YouTube.
“Sempre tive um pé (ou o corpo todo) no hip hop, é a cultura que me formou na música. Tigresa me passou referências e devido a inspiração, o instrumental se concretizou com agilidade. Encontrar a Tigresa, pra mim, foi reacender uma fagulha que há muito tempo estava engavetada: de encorpar meus beats com letras substanciais e sinceras. O beat, que traz sample de forró, vem para enfatizar meu objetivo no rap e na música eletrônica: manipular a música brasileira e mostrar suas inúmeras formas, sem abandonar as raízes.”, conta Numa.
  A parceria surgiu em 2020, quando Tigresa buscava mulheres beatmakers para suas composições e, através de uma amiga em comum, foi apresentada à Numa. Já no primeiro contato, surgiu a afinidade e o foco de aprimorar a própria música – o que acendeu a inspiração de ambas as artistas.   Assim nasceram os primeiros dois singles da dupla: “Impulso” e “Borbulhar” – que já está em fase de produção para dar continuidade a esta saga musical.  
“Impulso fala sobre os sentimentos que nos tomam no imediato e como transparecemos para o mundo através de certas decisões, ciente de que aquilo nos forma nas mais diversas relações. Aborda também sobre coisas da vida que me trazem alegria: ouvir uma boa música (samba, um, MPB); conversas agradáveis e sorrir, mesmo diante de alguns acontecimentos. A letra em si fala de saudades, saudade de pessoas amadas que foram embora, porém sempre estão presentes em pensamentos, decisões e cuidados. Na letra trago algumas referências de cantoras que ouço no dia a dia como Dina Di e Maria Bethânia, cantoras que representam a ousadia e a firmeza que é ser mulher”, diz Tigresa.
  Numa é artista audiovisual e produtora musical, tendo como hobbies a dança e o graffiti. Segunda ela, do trabalho à política, sua busca é tornar o hip hop e a música eletrônica mais plural para mulheres e LGBT+ desde 2015 – atuando como DJ em eventos educacionais e baladas. Começou a fazer beats em 2009 e foi conselheira cultural de Curitiba de 2017 a 2019. Formada em Design Gráfico pela Universidade Federal do Paraná, atualmente integra a Deusa Coletiva (coletivo de artistas focado na inserção de mulheres cis, trans e não bináries na música) e a Casa de Lavanda (House de Ballroom).   Tigresa é cantora, compositora e intérprete desde 2008. Integrou a Banda e Coro Maria Lopes e participou de inúmeros eventos, como apresentações na UFPR Litoral e no Parque da Ciência Newton Freire Maia. Começou a se envolver mais profissionalmente na música quando entrou para a banda RP em 2017 fazendo apresentações em eventos da prefeitura de Almirante Tamandaré. Atualmente experimenta outras vertentes da arte em aulas de Teatro no Barracão Encena.   Ficha Técnica de “Impulso” Produção fonográfica: Numa Produção visual: Numa Letra: Tigresa Captação do aúdio: Tigresa Masterização: Fequettia Distribuição: Dual Tonali Fotografia e vídeos: Jessica Tayana.     Serviço: Assista ao Clipe: https://youtu.be/4jaHZuGBWRI Escolha onde ouvir “Impulso”: https://ditto.fm/impulso-tigresa-numa Siga DJ Numa: https://www.instagram.com/numadessas Siga Tigresa: https://www.instagram.com/tigresaa__    

Leandro Bertolo lança seu segundo disco, agora totalmente autoral

Consagrado “músico da noite” em Porto Alegre, o compositor, vocalista e guitarrista Leandro Bertolo chega ao segundo álbum, “A Flor do Som” (independente/distribuição Tratore), investindo em um trabalho autoral, já disponível nas plataformas digitais e com distribuição nacional em formato CD. Influenciado por compositores/cantores consagrados nos anos 1970 – notadamente Djavan, João Bosco e Gonzaguinha -, Bertolo passa longe da imitação. Apenas parte da admiração pelos citados para alçar seus próprios voos, desenvolvidos com leveza, ginga e sutileza.

O dom de hitmaker fica logo evidente na faixa-título, “A Flor do Som”, ensolarada parceria com a esposa Bianca Marini. “Estávamos em Gramado, conversando”, conta. “Bianca trouxe um pequeno vaso de vidro em forma de flor, e colocou dentro o celular conectado a um aplicativo. Na variada playlist estava tocando Mozart naquele momento. Ela disse que aquilo era ‘a flor do som’. Eu apenas complementei: ‘a flor do som é Mozart’, e assim nasceu nosso primeiro pop-jazz Djavaneado”!

Partidário da alegria, Bertolo passeia por samba (o sinuoso “Momentos Felizes” e o arrebatador “Canto Forte”, ambos predestinados ao sucesso), afoxé (“Rotas do Sonhar”), bolero (“Náufragos de Amar”, “Te Espero Na Canção”), choro-seresta (“Darcy Alves”, tributo ao cultuado músico gaúcho) e balada (“Adormecido Coração”), respeitando as tradições sem pregar o conservadorismo. Por isso mesmo soa naturalmente contemporâneo sem deslizar para o modernoso. Arrisca até um singular bolero-salsa (“Armadilha”), revive a MPB-pop oitentista em dueto com a bela musa Bianca (“Luz do Amor”) e mergulha no contagiante frevo-axé baiano (“ATKI”) com segurança de veterano.

“Ritmicamente envolvente e repleto de nuances, conduzido pelo canto macio de Bertolo, “A Flor do Som” é um disco de alto astral, de boas vibrações”, comenta Arnaldo DeSouteiro no texto do encarte. Fiel retrato da alma desse artista sempre tão positivamente emocional e emotivo, que privilegia a felicidade nas temáticas de seus versos. Uma pessoa grata à vida, que retribui isso irradiando alegria através de suas criações. Um som divino, movido pela mágica estrela da canção.

Leandro Bertolo Nos anos 1980, o músico da noite percorreu duas ou três dezenas de casas noturnas de Porto Alegre que contemplam a história cultural e boemia da cidade. Integrou a banda Conexão, viajando por todo o Rio Grande do Sul, apresentando-se em bailes e casas noturnas. Montou o grupo Estação Hits, cujo tema eram os sucessos da música pop de todos os tempos nas emissoras de rádio. Com direção musical do maestro, pianista e arranjador Luís Henrique New e as parcerias dos irmãos Amauri e Sérgio Copetti, e do guitarrista Tom Martins, a banda atuou nas boas casas e foi atração do Porto Alegre em Cena. Integrou o Projeto Coisas do Brasil, numa proposta de homenagear os grandes compositores da música popular brasileira, ao lado do baixista Nuno Prestes, do guitarrista Alex Vieira e do baterista Rafa Marques. O álbum “Clareza” marca a estreia profissional de Bertolo no cenário da MPB com elegante apresentação do escritor e jornalista Juremir Machado da Silva. O disco foi destaque no ano de 2016 e a aceitação da crítica foi unânime: recebeu quatro indicações para o Prêmio Açorianos de Música 2017 (Melhor Intérprete e Compositor para Leandro Bertolo; Melhor Compositor para Elias Barboza; Disco do Ano). Atualmente, é diretor musical do Sarau na Corte, projeto gerenciado pelo Centro de Memórias da Justiça Eleitoral, contemplando datas, eventos e personalidades históricas do contexto eleitoral, com participação de músicos locais, debatedores e palestrantes da literatura e do jornalismo. Em 2017, por solicitação do então Presidente do TRE/RS, Des. Carlos Ciny Marchionatti, Bertolo compôs o hino da Justiça Eleitoral gaúcha, gravado pelo Coral “De vez em Canto” e renomados músicos gaúchos, sob a batuta do maestro Luís André Silva, com arranjo de Luís Henrique New.     Ouvir online “A Flor do Som” – Leandro Bertolo  

Amanda Lyra aborda deficiência e aceitação em episódio da série Descasca

A compositora, produtora, apresentadora e co-idealizadora do Projeto Solyra, Amanda Lyra escreve suas inquietações e provocações no blog da PEITA desde março de 2019.  Ela foi convidada para protagonizar o episódio “A Poética da Cicatriz” para o Descasca – um projeto idealizado pela produtora Cinema Sensível com o apoio da marca-protesto Puta Peita. Sem a pretensão de desvendar a essência do ser humano ou oferecer um significado ao ser mulher, o documentário Descasca penetra no invólucro de suas convidadas e traz sentimentos bem guardados. E neste episódio, Amanda Lyra traz a tona provocações e reflexões sobre seu próprio corpo e ressinifica os sentimentos sobre corpos com deficiências – que ainda são marginalizados e vistos como incapazes ou incompletos por velhos preconceitos de uma sociedade capacitista.
“…sim, essa sou eu, em toda minha imperfeição maravilhosa que me faz ser exatamente quem eu sou.” – Amanda Lyra
Assista aqui:
De quantas camadas você é feita? Quantas cascas você sobrepôs ao longo dos anos para se proteger e enfrentar o mundão lá fora? Quando voltamos os olhos para dentro percebemos o quanto somos únicas e múltiplas. Temos nossas subjetividades, complexidades, vivências e ancestralidade.

Amanda Lyra 

Neste episódio Amanda Lyra, que é artista com deficiência, com atrofia muscular espinhal do tipo 3 e cadeirante, fala sobre como o fato de aceitar sua existência em seu corpo é se libertar dos seus próprios medos. “Uma das experiências mais incríveis que tive na vida foi fazer esse mini doc. Expor meu corpo e minhas cicatrizes foi libertador e sem dúvida, foi um divisor de águas na minha vida. Emoção e gratidão se misturam aqui pra dizer: sim, essa sou eu, em toda minha imperfeição maravilhosa que me faz ser exatamente quem eu sou.” – relata a cantora. Amanda Lyra, cantora, compositora, instrumentista, palestrante, apresentadora do Programa Café com Som, colunista da Puta Peita e Portal VRNews, analista de conteúdo de SEO da I-Cherry e influencer da causa PCD. Busca difundir suas ideias de inclusão, aceitação e positividade através da arte e da comunicação. Recebeu da Câmara de vereadores o Prêmio Cidade de Curitiba pelo destaque alcançado nas áreas de arte, música, produção cultural e comunicação. Co-fundadora e coordenadora do Projeto Solyra, que foi um dos vencedores do Prêmio Viva Inclusão, por levar música gratuitamente para escolas de crianças e adultos com deficiências. É tida como representatividade de artista e mulher com deficiência que luta contra o capacitismo, o machismo e a exclusão social através da palavra escrita, falada e cantada.  

Descasca

“A Descasca existe porque falar sozinha não dá conta. A gente percebe que precisa de referências, compartilhar experiências para que possamos analisar as nossas próprias, de maneira mais saudável e mais leve. Estar em contato com essas mulheres e me enxergar em seus discursos é um alívio, porque finalmente é possível respirar e dizer que não sou somente eu a louca. É preciso mostrar que, além de lugares sociais, somos atravessadas por alguns dilemas subjetivos comuns ao ser mulher, ainda que soframos outras violências por raça, por sexualidade ou por classe social. Que nenhuma de nós é uma máquina sexual, independente do quanto nossos corpos são sexualizadas. Que todas sofremos com a solidão, e que é um processo fazer dela algo bom e construtivo. Que o número de engajamentos virtuais não reflete em riqueza interior. E que, principalmente, escutando umas às outras, podemos criar um lugar onde não soframos tanto. E que homens também podem nos escutar e se identificar com as nossas falas, o que até alguns anos atrás é inédito.” – Nathalia Tsiflidis. Leia a entrevista completa com a produtora Nathalia Tsiflidis sobre o projeto Descasca no blog da Peita. Siga Amanda Lyra @amandalyraoficial  Siga Puta Peita peita.me @putapeita /putapeita Crédito: Redação Expresso Livre em parceria com Peita.

Rainha Inês de Castro ganha homenagem na voz de Janine Mathias

Brindando a semana da mulher, Janine Mathias lança o single “Inês Rainha” em todas as plataformas de streaming. A história da primeira Rainha póstuma de Portugal ganha homenagem em forma de canção na voz da cantora. Os versos carregados de poesia, o ritmo marcado dos tambores e a crítica presente em forma de RAP, são o resultado da parceria entre os músicos também compositores, Denis Mariano, Octavio Camargo e Janine Mathias. “Inês é uma música que sempre quis gravar desde o tempo da Orquestra Friorenta onde pude trabalhar com o Denis Mariano que me deu agora a alegria de gravar e compor novos versos para a música. Gravar ela foi muito importante – Inês se torna a primeira música que gravo em plena gestação de um menino. No dia da gravação eu ainda não sabia que estava grávida, me emocionei ao reencontrar os músicos e por termos que manter um distanciamento pra gravar, mas consegui compor com tanta iluminação trazendo a luta que carrego enaltecendo minhas ancestrais, ouvindo a gravação tudo se explica”, diz Janine Mathias. A composição foi inspirada pela história de Inês de Castro (1325-1355), assassinada pelo rei Afonso IV por viver uma intensa paixão com seu filho, o rei D. Pedro I. Dois anos após sua morte, D. Pedro assumiu o trono de Portugal e ordenou que Inês fosse coroada como Rainha. “Eu penso que a música tem um poder que a gente não define. Eu cantava ela com uma força maior no meu lugar de mulher negra nesse tempo – que sabe da responsabilidade de gerar um príncipe para reinar e respeitar as mulheres! Isso é revolução, é ser voz com todas as mulheres que têm consciência de que o sistema patriarcal já não pode nos calar”, desabafa a cantora. O clipe de “Inês Rainha” lançado dia 10 de março traz imagens da gravação e estreia do Estúdio Lahaun em Curitiba, com registro Audiovisual de Carolina Bassani e Produção Musical de Du Gomide. A música foi feita de forma coletiva por: Voz: Janine Mathias. Composição: Denis Mariano, Octavio Camargo, Janine Mathias. Produção Musical: Du Gomide. Masterização: Fred Teixeira Percussão: Gabi Bruel Bateria: Denis Mariano Baixo: Naíra Debértolis Guitarras: Wes Ventura, Luis Otavio. Designer e Ilustração: Gabriel Rischbieter. “Dênis me convidou para interpretação da música que já havia escrito com Otávio Camargo e no estúdio houve a composição do RAP, que é um espelho de como ouço essa canção. Aos meus ouvidos, Inês é sobre uma mulher que não tolerou a opressão, tudo a ver com o que sou e com o que nós mulheres lutamos todos os dias. Podem tentar, mas nada nos destituirá. Ela reina em toda mulher que faz de sua existência uma revolução”, conta Janine. Assistir ao clipe de “Inês Rainha”:
  Mais sobre Janine Mathias Após se lançar profissionalmente no mercado e idealizar o Samba da Nega, Janine assumiu um lugar de destaque no mercado, participando de festivais e shows com nomes como Criolo, Sandra de Sá, Tássia Reis, Karla da Silva, Orquestra Friorenta, DJ Donna, Bernardo Bravo, Tuyo, Cida Airam, As Bahias, Mulamba, Baco Exu do Blues e Luedji Luna. Em 2020, a cantora se destacou na mídia com o lançamento inovador do clipe “Bom Dia”, que chegou aos fãs através de um QRCode impresso em canecas exclusivas da Ifé Personalizados – marca de canecas e camisetas serigrafadas criada pela cantora: https://instagram.com/ifepersonalizados?igshid=1imqx535rovup Logo no início de 2021, a cantora anunciou sua gravidez e a emoção de estar à espera de seu primeiro filho. Para o primeiro semestre deste ano, ela equilibra sua rotina de empresária e artista entre a preparação para lançamento de um novo álbum e a mais nova fase de sua vida como mãe. Serviço: “Inês Rainha” está disponível nas seguintes plataformas: https://ps.onerpm.com/1796444432 Siga Janine Mathias: Facebook: https://www.facebook.com/janinemathiascantora Instagram: https://www.instagram.com/janinemathias Spotify: https://open.spotify.com/artist/0IVFb2BEbIsxxhtKw3Yyus Youtube: https://www.youtube.com/janinemathiasoficial Contato para shows: Lívia Milhomem (11) 99323-5596 producao.janinemathias@gmail.com

Festival Excluso, Eu? estreia nesta quinta-feira com uma palhaça com deficiência à procura de emprego

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O festival online, produzido e protagonizado por profissionais com deficiência, começa nesta quinta-feira (25) e termina domingo (28). O evento recebe financiamento da Lei Aldir Blanc.

  Está chegando a hora! O Festival Excluso, Eu? estreia nesta quinta-feira (25), às 19h. A primeira atração é com o primeiro episódio do espetáculo Birita Procura-se, que conta a história de uma palhaça com deficiência à procura de emprego. O solo, assim como todo o festival, vai ter transmissão gratuita pelo canal da companhia A Casa das Lagartixas no Youtube. Com mais três noites de apresentações e debates que colocarão na mesa a participação e o profissionalismo das pessoas com deficiência, as produções que estão na programação do Excluso, Eu? mostram e discutem questionamentos e atitudes em relação aos mais diversos tipos de deficiências. No segundo dia do festival (26), além de mais um episódio de Birita Procura-se (19h), vai rolar a exibição do curta-metragem ProfanAção, às 22h. O filme  da Companhia Estela Lapponi, que é indicado para maiores de 16 anos, é protagonizado por cinco artistas com deficiência que se deparam com diversas perguntas enviadas pelo público que revelam a curiosidade em torno de seus corpos.
fotografia horizontal colorida de quatro cadeiras vistas por trás e enfileiradas lado a lado. A primeira e a terceira cadeiras, da esquerda para a direita, possuem o encosto preto e as outras duas na cor caramelo. Cada cadeira posssui uma pessoa nua, sentada de costas e vista do ombro para baixo. As quatro pessoas estão com o braço direito voltado para trás, até a altura do encosto e seguram, cada uma, um pote plástico transparente cheio de pipocas, com rótulo branco escrito em preto. Pelo vão das cadeiras, entre o encosto e o assento, veem-se as nádegas das pessoas sentadas. A imagem está espelhada simetricamente na horizontal.
Crédito: Divulgação
A programação segue no sábado (27), mas desta vez a atração que abre o dia é o primeiro debate do Café com Prosa, com o tema O Protagonismo DEF, explodindo territórios. Esse encontro está marcado para as 17h. Em seguida, às 19h, tem o terceiro episódio do Birita, Procura-se.   A noite termina com o espetáculo Pudesse ser apenas um enigma, de Jéssica Teixeira, às 22h. Nele, que é indicado para maiores de 14 anos, a atriz cearense faz uma desmontagem de seu primeiro solo, “E.L.A”, que surge de uma pesquisa de Jéssica a partir do próprio corpo estranho da atriz, produtora e diretora.
fotografia de uma mulher branca com as duas mãos na frente do rosto, focando apenas seu olho verde olhando fixamente para a câmera
crédito: Divulgação
No domingo (28), o Festival Excluso, Eu? retoma as apresentações às 15h, com o espetáculo Baú de Histórias, da Trupe Sentidos, de São José dos Campos (SP). De forma lúdica e com classificação livre, ele desperta no público as necessidades de quebrar as barreiras da comunicação e que as realidades podem mudar.   A segunda atração de domingo, é a vez do último debate Café com Prosa, com o tema Política e Economia DEF, que rola às 17h. Para encerrar o Festival Excluso, Eu?, às 19h, tem o último episódio de Birita, Procura-se.

 Festival dá protagonismo às pessoas com deficiência

Além dos artistas que protagonizam os espetáculos e o curta-metragem, a maioria dos profissionais que estão nos bastidores possui alguma deficiência. Estão na direção-geral, nas artes gráficas, na assessoria de comunicação e outras funções. Uma das inspirações para produzir o Festival Excluso, Eu? é a necessidade que o grupo tem de explorar seu próprio potencial profissional. De acordo com o último Censo, realizado em 2010 pelo IBGE, o Brasil tem uma população de aproximadamente 25% que se declara com algum tipo de deficiência.

Acessibilidade em primeiro lugar

Todos os eventos e materiais de divulgação contarão com recursos de acessibilidade de comunicação: como audiodescrição e intérprete de Libras.     Serviço                                                                                                   Festival Excluso, Eu? Data: De 25 a 28 de fevereiro de 2021 Exibição Gratuita no Canal da Cia. Casa das Lagartixas   Programação Dia 25 – Quinta-feira 19h – Birita Procura-se (Ep. 1)   Dia 26 – Sexta-feira 19h – Birita Procura-se (Ep. 2) 22h – ProfanAção (+16)   Dia 27 – Sábado 17h –Café com Prosa: O Protagonismo DEF, explodindo territórios 19h – Birita Procura-se (Ep. 3) 22h – Pudesse ser apenas um enigma (+14)   Dia 28 – Domingo 15h – Baú de Histórias (Livre) 17h – Café com Prosa: Políticas e economias DEF 19h – Birita Procura-se (Ep. 4)   * Todos os espetáculos ficarão disponíveis por 24h no canal da Cia Casa das Lagartixas no Youtube. O Festival Excluso, Eu? é realizado e produzido pela Cia. Casa das Lagartixas Teatro Clube, por meio da Lei Federal Aldir Blanc 14.017/2020 de 29 de junho de 2020, Fundação Cultural Cassiano Ricardo, Prefeitura de São José dos Campos, Secretaria Especial de Cultura, Ministério do Turismo e Governo Federal,  com apoio da Ska Web Results e da Luis Daniel Assessoria de Imprensa.   Por Luis Daniel @ldjornalista  

Isa Colli comemora 10 anos de carreira: ‘Nada melhor do que realizar sonhos’

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Escritora Isa Colli, referência na literatura educativa infantojuvenil, completou dez anos de carreira no dia 14 de fevereiro. A comemoração surpresa foi durante uma live que realizou no último sábado, dia 20. A escritora, que mora atualmente da Bélgica, ficou muito emocionada com as palavras de carinho que recebeu de amigos, escritores, colaboradores e parceiros da Colli Books. O ponto alto foi a participação de alguns familiares, principalmente dos seus pais, que ela não vê há um ano por causa da pandemia.

“Ainda estou com o coração apertado de tanta emoção. Realmente eu não imaginava essa surpresa linda. Nesses dez anos, são mais de 30 livros lançados, muitas conquistas e boas lembranças”, disse Isa.

Em meio às celebrações da data especial, Isa anuncia muitas novidades. Em breve, a autora vai apresentar ao público os novos livros “Incêndio no Museu”, “O vaga-lume Pirilampo” e “Luke em Nova York”. E, neste momento, ela trabalha na divulgação dos títulos recém-lançados. “Tâmaras e Quibes”, inspirado no bairro do Brás, em São Paulo, narra a história da imigração, principalmente do Oriente Médio. A obra convida as crianças a um passeio pela culinária dos países árabes. Outro sucesso é “Maia, a estrela-do-mar”, que conta as aventuras de uma linda estrelinha que ama desbravar o mundo e compartilhar suas histórias com os amigos. Além disso, Maia ensina, aos pequenos, lições sobre amizade e determinação.

Já “Berta e Nina” fala da amizade entre uma criança e uma boneca.  E para além das fronteiras, Isa lança “Luke, o macaco Atleta” na versão em francês. O título, que já conquistou a garotada no idioma da língua portuguesa, conta a aventura de um simpático macaquinho que mantém hábitos de alimentação saudáveis e pratica atividades físicas diariamente. Na história, Luke influencia os humanos e os animais com seu exemplo de vida saudável. Citado até pela ONU, o livro acabou virando referência na luta contra a obesidade infantil.

Os livros da autora podem ser encontrados facilmente nos e-commerce de todo o Brasil ou no site da editora www.collibooks.com

PCD: O que significa e porque é importante falar “pessoa com deficiência”

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Muito se questiona e se discute sobre termos, nomenclaturas e siglas para se referir à alguém que tenha uma deficiência. É bom lembrar que jamais haverá uma única expressão correta válida definitivamente em todos os tempos e espaços. A cada época são utilizadas palavras cujos significados são compatíveis com os valores vigentes no período, pois a evolução é constante e cada dia mais estamos dispostos à transformar o mundo em um lugar melhor e mais inclusivo. Então não se preocupe se não usou o termo certo antes, estamos aqui justamente para trazer luz à essa questão – e te explicar que hoje o termo correto é PESSOA COM DEFICIÊNCIA. Até o século XX o termo usado era “inválido”, pois para a sociedade da época uma pessoa com deficiência era exatamente isso: “alguém sem valor” para a sociedade, para os meios profissionais e até para a família. Entre os anos 60 e 90, alguns termos foram alterados e introduzidos nos vocabulários, como por exemplo, “incapazes”, “incapacitados”, “portadores de necessidades especiais”, “excepcionais”, “especiais” e o mais conhecido: “deficientes”. Mas se pararmos para analisar a palavra “deficiente”, entendemos que é algo diminuto, falho, insuficiente… e isso, nós que temos alguma deficiência, não somos.
Deficiente é o Estado que não fornece ruas acessíveis para que exerçamos nosso direito legal de ir e vir, deficiente é a estrutura social que marginaliza e exclui em virtude velhos preconceitos, deficiente é cultura do capacitismo que quer renegar o potencial de uma pessoa baseado em alguma limitação física, motora ou intelectual que ela pode apresentar.
E quando se fala em “portador de necessidades especiais” é primordial lembrar que as necessidades de uma pessoa com deficiência estão diretamente ligada às necessidades básicas e comuns de todo e qualquer indivíduo, o que muda é a forma de adaptar as coisas para suprir essa necessidade. Sendo que “portador” é quem carrega algo consigo, que é correto quando se trata de uma doença que traz como causa algum tipo de vírus, bactéria ou mutação genética. Por exemplo, eu tenho atrofia muscular espinhal, trago uma mutação genética que se apresenta na forma de degeneração motora, minha mãe também é portadora da doença mas não apresenta nenhum dos sintomas, apenas porta em suas informações genéticas.
Melhor é usar o termo oficial e correto que foi definido pela Convenção das Nações Unidas sobre o Direito das Pessoas com Deficiência é PcD que significa Pessoa com Deficiência, pois ele esclarece que há algum tipo de deficiência sem que isso inferiorize quem a tem.
  A Lei Federal nº 13.146/2015, que é considerada um verdadeiro marco da inclusão no Brasil, é denominada de “Estatuto da Pessoa com Deficiência”, consagrando, portanto essa terminologia como a forma correta. Pessoa portadora de deficiência (PPD) ou Portador de Necessidades Especiais (PNE) são termos errados e devem ser evitados, uma vez que não transmitem a realidade como deveriam. Na linguagem escrita ou verbalizada se expressa, voluntária ou involuntariamente, o respeito ou a discriminação. Por isso,
vamos sempre nos lembrar que a “pessoa com deficiência” antes de ter a deficiência é, acima de tudo e simplesmente uma PESSOA, com direitos, deveres e a capacidade de explorar seus próprios talentos e que pode ser quem ela quiser.
  Se todo mundo se familiarizar com o termo certo vai passando pra frente e fazemos assim um mundo cada dia mais inclusivo.
  *** Esse texto foi publicado originalmente no blog da Peita Amanda Lyra – Cantora, compositora, produtora e apresentadora, cadeirante, PCD e idealizadora do Projeto Solyra. Colunista do blog da Puta Peita, militante, feminista, anticapacitista. Siga ela no FACEBOOK e INSTAGRAM  

Festival Excluso, Eu? escancara preconceito e falta de protagonismo das pessoas com deficiência

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A discussão entre “exclusão” e “inclusão”  não sai da vida da maioria das pessoas com deficiência, não importa a idade, nem a formação acadêmica. Por isso, um grupo de profissionais com e sem deficiência realizarão, de 25 a 28 de fevereiro, o Festival Excluso, Eu? com transmissão gratuita pelo Youtube. Com o apoio da companhia teatral Casa das Lagartixas, de São José dos Campos (SP), serão quatro noites de apresentações e debates que colocarão na mesa a participação e o profissionalismo das pessoas com deficiência. Além dos artistas, a maioria dos profissionais que estão nos bastidores possui alguma deficiência. Estão na direção-geral, nas artes gráficas, na assessoria de comunicação e outras funções. Uma das inspirações para produzir o Festival Excluso, Eu? é a necessidade que o grupo tem de explorar seu próprio potencial profissional. De acordo com o último Censo, realizado em 2010 pelo IBGE, o Brasil tem uma população de aproximadamente 25% que se declaram com algum tipo de deficiência. Para a idealizadora do festival, Ariadne Antico, a Palhaça Birita, é preciso cada vez mais se discutir políticas públicas efetivas para as pessoas com deficiência. “Não adianta se debater ações para esse público sem a verdadeira participação delas”, afirma.

Espetáculos e curta desmistificam questões sobre deficiências de forma natural

Os espetáculos que fazem parte do Festival Excluso, Eu? foram selecionados por, em sua maioria, evidenciar os questionamentos e atitudes em relação aos mais diversos tipos de deficiências. Um exemplo é o curta-metragem ProfanAção, da Companhia Estela Laponni. da cidade de São Paulo. Ele é protagonizado por cinco artistas com deficiência que se deparam com diversas perguntas enviadas pelo público que revelam a curiosidade em torno de seus corpos. Já a Companhia Trupe Sentidos, de São José dos Campos, traz o espetáculo Baú de Histórias, uma peça lúdica que desperta no público as necessidades de quebrar as barreiras da comunicação e que as realidades podem mudar.   Ainda na programação artística do festival estão dois monólogos. A atriz cearense Jéssica Teixeira protagoniza a peça Pudesse ser apenas um enigma, onde ela faz uma desmontagem de seu primeiro solo, “E.L.A”, que surge de uma pesquisa de Jéssica a partir do próprio corpo estranho da atriz, produtora e diretora.   O festival contará também com o monólogo Birita, Procura-se, que terá quatro episódios. Interpretada pela palhaça Birita (Ariadne Antico), ela quer encontrar um emprego para pagar as suas contas e atingir suas metas. Mas será que ela está preparada para lidar com as frustrações do mercado de trabalho?  

Debates Café e Prosa aprofundam protagonismo das pessoas com deficiência na sociedade

Além dos espetáculos e do curta, o  Festival Excluso, Eu? coloca em dois debates virtuais os desafios e caminhos para se tornar realidade a participação efetiva das pessoas com deficiência no Brasil. O Café com Prosa, que será transmitido ao vivo pelo canal de A Casa das Lagartixas Teatro Clube, discutirá sem censura, a ocupação de territórios pelas pessoas com deficiência na sociedade. Outro tema que estará em debate será as políticas e formas de economia das pessoas com deficiência.   “É fundamental entendermos e discutirmos nosso lugar na sociedade. Muitas vezes, negligenciamos isso e acabamos delegando um trabalho/espaço que é nosso por direito, a outras pessoas”, comenta Ariadne Antico.

Acessibilidade em primeiro lugar

Todos os eventos e materiais de divulgação contarão com recursos de acessibilidade de comunicação: como audiodescrição e intérprete de Libras.   Serviço Festival Excluso, Eu? Data: De 25 a 28 de fevereiro de 2021 Exibição Gratuita no Canal da Cia. Casa das Lagartixas   Programação Dia 25 – Quinta-feira 19h – Birita Procura-se (Ep. 1) Dia 26 – Sexta-feira 19h – Birita Procura-se (Ep. 2) 22h – ProfanAção Dia 27 – Sábado 17h –Café com Prosa: O Protagonismo DEF, explodindo territórios 19h – Birita Procura-se (Ep. 3) 22h – Pudesse ser apenas um enigma Dia 28 – Domingo 15h – Baú de Histórias 17h – Café com Prosa: Políticas e economias DEF 19h – Birita Procura-se (Ep. 4) * Todos os espetáculos ficarão disponíveis por 24h no canal da Cia Casa das Lagartixas no Youtube. O Festival Excluso, Eu? é realizado e produzido pela Cia. Casa das Lagartixas Teatro Clube, por meio da Lei Federal Aldir Blanc 14.017/2020 de 29 de junho de 2020, Fundação Cultural Cassiano Ricardo, Prefeitura de São José dos Campos, Secretaria Especial de Cultura, Ministério do Turismo e Governo Federal,  com apoio da Ska Web Results e da Luis Daniel Assessoria de Imprensa.  

Por Luis Daniel

@ldjornalista

Mirum leva Prêmio de Excelência pelas ações de diversidade e inclusão de pessoas LGBTQI+ no ambiente de trabalho

Promovido anualmente pela Out & Equal, reconhecimento destaca as iniciativas da agência que é referência no tema

A Mirum acaba de levar o Prêmio de Excelência do Fórum Brasil, da Out & Equal – que reconhece empresas, indivíduos e grupos de afinidade que fizeram um progresso significativo ao longo do último ano na defesa da diversidade e inclusão de pessoas LGBTQI+ no ambiente de trabalho. A agência é a vencedora na categoria Empresarial. Assista ao vídeo:

O que é o Out & Equal Workplace Advocates?

O Out & Equal Workplace Advocates é a uma organização mundial sem fins lucrativos dedicada a alcançar locais de trabalho em que todas as pessoas sejam iguais, pertençam e prosperem.

Mirum e Diversidade

Há dois anos, a Mirum, com sede em São Paulo e Curitiba, promove iniciativas com o objetivo de amplificar a voz de pessoas que têm histórias para contar e dar espaço para quem tem questões para somar, por meio do Grupo SOMA que busca trazer projetos construtivos para geração de um ambiente e uma cultura que acolham a diversidade.
Para a causa LGBTI+, a agência já distribuiu o Kit Manifesto com um manual de boas práticas, adesivos, bottons, cartazes educativos, promove palestras e constantemente aborda tópicos relevantes como Doação de Sangue. A Mirum também faz parte do Grupo de Empresas Aliadas em prol da diversidade, que busca formas de conscientizar outras organizações do Paraná e implementar em todas elas medidas que garantam não só a diversidade, mas a inclusão.  

Giovanni Venturini apresenta performance Vitamina “C”irco

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O ator, poeta e clown, Giovanni Venturini, na performance “Vitamina “C”irco” utiliza a metalinguagem para apresentar momentos de um artista pensando em um número de circo em sua casa. O material faz parte da programação do projeto Semana Modos de Acessar 2020, que incentiva a participação ativa e o protagonismo de pessoas com deficiência em ações culturais, educativas e esportivas.

“Tem dias que é difícil ter ideias para se reinventar como artista circense. Nessa metalinguagem da busca por uma ideia genial, tomar um bom suco de laranja deve trazer de volta o ânimo e as ideias. Quem colocou as laranjas encima da geladeira? Será que a perna de pau resolve? Para alcançar as frutas é preciso uma dose de criatividade, acrobacias e altura. Depois de tanto esforço por um gole de Vitamina C, contemplar o mundo lá fora pela janela e perceber que o circo está dentro, de casa e de você.”

Giovanni Venturini é ator, dramaturgo, roteirista e poeta. Sua carreira teve início nos palcos, onde realizou inúmeras peças, com diretores consagrados como Clarisse Abujamra, Marcelo Romagnolli, Mira Haar, Yara de Novaes, entre outros. Já passou por telenovelas e séries de TV como “Cúmplices de Um Resgate”, “Chiquititas”, “Família Imperial”, “Os Ausentes”, “Confissões Médicas”, entre outras. Se apaixonou pelo Cinema ao participar de longas metragens como “Veneza” de Miguel Falabella; “Maior que o Mundo” de Beto Marques e “A Sogra Perfeita” de Cris D’amato. Na literatura, compartilhou com o mundo sua poesia através do livro “Anão ser”, lançado em 2015. Seu espetáculo solo, com mesmo título do livro, reúne poesia, teatro e circo somado as vivências e experiências pessoais do ator/autor, e já percorreu diversos palcos da capital paulista e do interior do Estado.     ** Os vídeos da série Home Art foram produzidos entre março e setembro de 2020, durante as recomendações de distanciamento social na pandemia de Covid-19. Siga Giovani Venturini: https://www.instagram.com/gioventurini/ https://www.facebook.com/GiovanniVenturiniOficial https://twitter.com/gioventurini *Redação Expresso Livre   Confira outras matérias relacionadas no Expresso PCD

Carcará ganha releitura na voz de Thayana Barbosa

A interpretação marcante da cantora sul-mato-grossense revive de um dos mais icônicos clássicos da MPB no single que faz parte do álbum “Toda Pele”.

É no voo de uma das aves mais resistentes do sertão, que o segundo single da cantora Thayana Barbosa, chega aos ouvidos do público, através das plataformas do streaming. A interpretação de “Carcará” ocupa um dos poucos lugares reservados para a música não autoral no álbum “Toda Pele”, e conta com a participação da percussionista Simone Sou.   Assista ao clipe de Carcará no YouTube:
  Carcará: canção do fogo à flor da pele Eternizada na voz de Maria Bethânia em 1965, a canção de protesto “Carcará”, composição de João do Vale em parceria com João Cândido, tornou-se símbolo musical da resistência à ditadura militar. Mesmo após 55 anos, a crítica presente nesta música permanece atual, no que diz respeito à fragilidade política, ao descaso com o meio ambiente, e ao papel da arte nesse momento da vida em sociedade.   Para reviver este clássico, Thayana Barbosa se vale da consolidação do seu bioma artístico e após 20 anos de carreira, coloca a própria voz como ponta de lança em um arranjo preciso e certeiro – dando ao voo desse novo Carcará a missão de prenunciar que, apesar de tempos difíceis, ainda há muito pelo que voar.  

 “Esta é uma música que me acompanha há tempos. No espetáculo do Mundaréu ‘No pé do Lajeiro’, eu cantava “Carcará” e esse trabalho abriu espaço para esta canção – do pássaro que quase morre, mas resiste.” – diz Thayana.

“Carcará” vem trazer em seu canto, a mensagem de que a arte vai seguir fazendo o que sempre fez: dizer do seu tempo, o que pertence a ele. Como uma nova volta em seu plumo, oferece abrigo em suas corajosas asas, para a travessia possível e protegida pelos encantos da música.     Mais sobre Thayana Barbosa Thayana integrou o naipe de percussão da Orquestra Clássica de Mato Grosso do Sul ainda adolescente. Ao mudar-se para Curitiba mergulhou no universo da cultura popular, integrando o grupo Mundaréu por 15 anos – neste processo descobriu a caixa do divino, hoje seu principal instrumento, junto com a voz.   A cantora esteve no palco com nomes como Lia de Itamaracá, Mônica Salmaso, Renata Rosa e André Abujamra. Lançou em 2014 “Mar de Dentro”, seu primeiro álbum autoral. Já em 2018, participou da produção coletiva do álbum UMA do trio homônimo que integra ao lado Nani Barbosa e Janaina Fellini. Em 2020, o álbum “Toda Pele” vem como um novo contorno que começou a ser traçado pelo primeiro single, “Vou Cantar” e segue seu voo agora na pele de “Carcará.   Na faixa “Carcará”, Thayana Barbosa está acompanhada por: Du Gomide: viola Glauco Solter: baixo Luis Otávio: guitarra Fernando Lobo: atabaque, congas, cowbell Simone Sou: campanas, djembe com vassouras, alfaia macaíba, caixa caroço, sabá, lata Valderval: bateria Coro: Hannah Pinkuss, Du Gomide, Glauco Solter, Luis Otávio, Fernando Lobo, Simone Sou, Valderval, Thayana Barbosa e Wagner Barbosa.   Serviço: Escolha a plataforma de streaming para ouvir “Carcará”: https://tratore.ffm.to/carcara  Site: https://www.thayanabarbosa.com/ Facebook: https://www.facebook.com/barbosathayana Instagram: https://www.instagram.com/thayanabarbosaoficial YouTube: https://www.youtube.com/thayanabarbosa Contato: producaothayana@gmail.com